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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Tenha uma vida mais saudável e viva melhor

Comer bem não significa apenas saciar a fome, e sim fornecer ao nosso corpo todos os nutrientes de que ele precisa para funcionar corretamente. Como não existe um único alimento que contenha todos os nutrientes necessários para garantir uma vida saudável, é importante manter uma alimentação diária equilibrada. Confira abaixo algumas dicas valiosas para se ter uma vida mais saudável e assim viver melhor.
1 Prepare sempre a alimentação com bastante higiene.

2 Faça suas refeições em ambientes calmos, mastigue bem os alimentos e coma devagar.

3 Evite fazer suas refeições vendo televisão, lendo, conversando ou fazendo qualquer outro tipo de atividade. Nessas situações você pode ingerir mais alimentos do que o necessário.

4 Procure fazer de quatro a seis refeições por dia, variando bem os alimentos.

5 Beba no mínimo dois litros de água por dia e evite tomar líquidos durante as refeições.

6 Diuréticos não emagrecem, só ajudam a perder água. Por isso devem ser usados somente por pessoas que apresentam retenção de líquidos ou hipertensão arterial, sempre sob orientação de um médico.

7 Sempre que for comprar frutas, verduras e legumes prefira os que estiverem na época, ou seja, (de safra), porque são mais saborosos, frescos, nutritivos e mais baratos.

8 O sal e o açúcar devem ser usados com moderação.

9 Faça atividades físicas regulares, mas saiba que atividades físicas em geral só ajudam a perder peso se associadas a uma dieta adequada em quantidade e qualidade.

10 Faça as refeições habitualmente, assim você terá uma alimentação mais equilibrada.

11 Evite excesso de produtos refinados e industrializados, dê preferência ao consumo de alimentos naturais.

12 Procure ingerir frutas ácidas tipo (acerola, limão, laranja etc.), que são ricas em vitamina C e auxiliam na absorção de ferro.

13 Aumente o consumo de alimentos ricos em fibras. Elas estão presentes nos legumes, frutas, cereais integrais e leguminosos.

14 Evite o consumo diário de álcool e refrigerante.

15 Reduza o consumo de alimentos com alto teor de colesterol, como carnes gordas, ovos, queijos gordurosos, manteiga, aves com peles e peixes com pele escura.

domingo, 6 de setembro de 2009

Amaranto



Recebi por e-mail essas informações de um amigo do meu pai, representante da Jasmine Alimentos. Acho bem importante, por isso vou repassar:

AMARANTO


Como a quinoa, o amaranto foi selecionado pela NASA para alimentar os astronautas devido ao seu alto valor nutritivo, por seu aproveitamento integral, por sua facilidade de cultivo e seu rápido crescimento, mesmo em condições adversas.

Foi descrito pela NASA como uma cultura CELSS (Controlled Ecological Life Support System) ou seja, a planta elimina dióxido de carbono na atmosfera e, ao mesmo tempo, gera alimentos, água e oxigênio para os astronautas. Por isso o amaranto passou a ser cultivado em viagens espaciais desde 1985.
Conhecido como o feijão dos Andes, o amaranto possui aproximadamente 16 % de proteínas, uma percentagem superior aos tradicionais cereais como milho, arroz e trigo. No entanto, a sua importância não reside na quantidade, mas na qualidade da sua proteína que é de alto valor biológico.
O amaranto é comparável ao valor nutricional do leite, tornando-se ideal para crianças e mulheres em fase de gestação e lactação. O grão amaranto não contem glúten, por isso é um alimento adequado para celíacos. O amaranto é rico em cálcio, ferro, zinco, magnésio, fósforo e vitamina A e C e possui uma elevada quantidade de fibras. Ajuda na redução do colesterol ruim (LDL) no sangue e a manter níveis adequados do colesterol com (HDL).
Pesquisas recentes comprovaram que o Amaranto ajuda na redução do apetite, contribuindo para a perda de peso.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cozinha Eficiente e Segura

A cozinha é um dos cômodos mais importantes e, normalmente, o centro do lar, não apenas onde os alimentos são preparados, mas também onde a família e os amigos de reúnem. Tenha isso em mente caso esteja montando uma cozinha ou reformando a sua.

Comece listando os requisitos necessários, e então trace um plano que melhor se adapte às suas necessidades. Se possível, inclua equipamentos como processador, para diminuir sua carga de trabalho e poupar tempo.

Certifique-se de que os aparelhos estão funcionando bem, verificando-os com freqüência. Use termômetro para verificar a geladeira e o freezer, por exemplo, para ter certeza de que estão nas temperaturas adequadas para armazenar os alimentos com segurança.

sábado, 15 de agosto de 2009

Presentinho de Comer

Uma amiga fez níver! Além de ser amiga, está gravidinha e também tem restrição ao glúten e principalmente à proteína do leite animal. Então, resolvi dar um presentinho de comer, bem gostoso e saudável!

Fiz esta receita de bolachinhas com açúcar mascavo, aveia (tem glúten, mas esta está liberada pra ela), nozes, castanhas... e muito carinho! Coloquei em vidros bem bonitos, um pacote de presente, laço e no final, ficou assim:

Ah, ela amou! Fica a sugestão para os (as) aniversariantes com restrição alimentar, ou simplesmente pra dar um mimo a alguém especial!!

domingo, 26 de julho de 2009

Planeje seu cardápio de forma inteligente

O pratos que você escolher para o cardápio de uma festa não devem depender apenas de seu gosto pessoal, mas da ocasião e das limitações, como tempo e orçamento. Tente agradar tanto aos olhos quanto ao paladar com um cardápio simples, e escolha receitas já testadas.

Selecionando pratos

prato principal a menos que tenha uma entrada ou sobremesa favoritos, escolha o prato principal, depois a entrada e a sobremesa para complementa-lo.
Prato simples: Escolha uma entrada simples e fria que possa ser preparada com antecedência.

Balanceando:


Cardápio: Crie um com pratos balanceados em cor, textura e sabor. Evite pratos semelhantes, como à base de ovos e queijo.
Equilibre o prato principal condimentado com uma entrada simples e sobremesa leve e refrescante.

Evitando problemas

Sempre tenha receitas alternativas para o caso de não achar os ingredientes da escolha.
Dietas: Verifique antes se algum convidado segue dieta especial.
Limitando as pessoas: A menos que você tenha ajuda, sirva apenas três pratos para minimizar seu trabalho.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O fermento... ainda estará bom?

Se guardou o fermento fresco no frigorífico ou o fermento seco num pacote aberto, e está na dúvida se o fermento ainda estará bom, ou se já está sem efeito, aqui encontra a solução.
Faça o seguinte:
Junte metade de uma colher de chá de açúcar em meia chávena de água morna e misture até o açúcar se dissolver. De seguida junte uma colher de chá de fermento à mistura anterior e deixe repousar durante 10 minutos num local quente, por exemplo dentro do forno a uma temperatura muito baixinha.
Passados os 10m, vá ver se nota modificações: deverá existir espuma na superfície da mistura e um cheiro acentuado a fermento. Se conseguiu obter isto, parabéns, poderá fazer o seu pãozinho à confiança com o resto do fermento, porque continua bom! Se nada acontecer, é porque o fermento já não está bom e o seu pão não crescerá, por isso mais vale deitar fora o fermento e comprar um novo.

E perguntam vocês: mas como é que esta experiência diz isso?
É simples, caro Watson: por termos água aquecida e um ambiente quente, e ainda com o açúcar a ajudar à fermentação, estão reunidas as condições para o fermento actuar. Quando o fermento actua, ocorre uma reacção química em que é libertado dióxido de carbono, que acaba por ser o responsável por criar as bolhas de ar dentro do pão. Por isso se vir espuma ao cimo da mistura, quer dizer que o fermento actuou mesmo e libertou o dióxido de carbono.

Por isso convém não esquecer:
- Se comprou fermento fresco a mais, congele em porções para ser utilizado numa próxima vez. Depois quando o quiser utilizar congelado, nem é preciso meter a descongelar: basta desfazer essa porção de fermento congelado em água morna, que será a quantidade de água indicada na receita de pão que estiver a seguir.

- Se comprou fermento seco, basta conservá-lo num local fresco, seco e sem contacto directo com o ar: se tiver rasgado a embalagem do fermento, basta transferir o fermento seco para um saquinho de plástico, retirar o ar e fechar o saco.

sábado, 27 de junho de 2009

Farinhas do tipo 405, 550, 1050, 1700 e outras


Há pouco tempo atrás um leitor pediu-me para ajudar a descodificar esta numeração de tipos de farinhas, que não usamos em Portugal mas que surge em receitas de outros países, onde esta numeração é usada.
E descobri, finalmente, a que equivale cada um destes números em relação às nossas farinhas.

O número que surge para classificar cada tipo de farinha é uma medida sobre a fibra que contem e sobre o tipo de extracção realizado.

Uma farinha 405 é uma farinha branca de trigo corrente.
Uma farinha 550 é uma farinha branca de trigo com cor creme (já com mais fibra - mais adequada a fazer pão)
Uma farinha 1050 é uma farinha integral de trigo com 90% de extracção.
Uma farinha 1700 é uma farinha integral de trigo completa (em que grão de trigo foi todo moído e se converteu em farinha)

O jornal DN tem um artigo de 2006 que explica os diferentes tipos de farinhas, incluindo a 0 e a 00, que também já vi aparecer em receitas. Aqui transcrevo o artigo na sua íntegra :


Quando se compra farinha a primeira decisão é "com ou sem fermento?"Sobre fermentos já falámos há tempos. Hoje apenas trataremos de farinhas sem fermento. Já reparou nas indicações "Tipo 55" ou "Tipo 65"' que surgem nos pacotes? Sabe o que isso significa? Em conversas recentes apercebemo-nos de que nem toda a gente o sabe. Vamos então tratar disso.

Um grão de trigo é uma estrutura complexa constituída por diferentes camadas. Do ponto de vista genético existem duas espécies de trigos: o trigo mole (Triticum aestivum), adequado à padaria, pastelaria e ao fabrico de bolachas, cujo produto da moenda é a farinha; e o trigo duro (Triticum durum), usado no fabrico de massas alimentícias, cujo produto de moenda é a sêmola

Quando chega à moagem, o trigo mole é sujeito a várias operações de limpeza e, por questão de conservação, é-lhe retirado o gérmen. Só depois se inicia o complexo processo de triturações e peneirações sucessivas, dos quais resultam vários tipos de farinha.

Uma farinha pode conter todas as partes do grão - farinha integral - ou apenas a parte central - endosperma - e é muito branca. E entre estas duas situações há todas as intermédias.

Se levarmos uma farinha extremamente branca a um forno a 550º C, o resíduo da queima - a cinza - será mínimo. Já uma farinha integral deixará um resíduo de cinza muito maior, uma vez que contém uma grande quantidade de sais minerais, que não ardem. É a percentagem de cinzas que define o tipo comercial de farinha.

Assim, as farinhas 45 e 55 são as mais brancas; contêm um pouco mais de amido e de glúten e menos fibra e vitaminas e dão origem a um pão de miolo muito branco. Uma farinha 110 dará origem a um pão mais escuro, uma vez que tem mais casca, mas, também, mais dietético.

As farinhas que mais se comercializam no nosso País são a 55 e 65. A farinha 45, por exemplo, tem que ser encomendada a uma moagem.

Já em Itália a designação comercial das farinhas é diferente, o que por vezes causa dúvidas. Uma farinha 00 terá um máximo de 0,50% de cinza e uma do tipo 0 pode ter uma cinza máxima de 0,65%.

Qual o tipo de farinha mais adequado para fazer pão?

Isso tem pouco a ver com a percentagem de cinzas. Dentre os trigos moles há uns mais adequados ao fabrico de pão (chamados hard e que têm maior quantidade de proteínas que vão formar o glúten), e outros (mais "fracos" - soft) com menos glúten e, por isso, mais aconselháveis a certa pastelaria. O tipo de farinha, definido com base nas cinzas, apenas garante a obtenção de pão de miolo mais branco ou mais escuro. É por isso que nos EUA a designação comercial das farinhas indica o teor de proteína e a sua aconselhável utilização: múltiplos fins, pastelaria, bolos, bolachas, pão, integral... Não há dúvidas de que isso facilita a escolha.

sábado, 13 de junho de 2009

Cozer pão no forno convencional

Muitas vezes apetece-nos fazer pequenas bolas de pão, para congelar e irmos usando aos poucos ao longo da semana e podermos assim fazer sandes sem ser com o formato de pão de forma. Isto é possível fazer, usando a máquina de fazer pão apenas para fazer a massa do pão.

Então é assim:
Faça o seu pão normalmente na máquina do pão, com utilização do programa Massa (que não utiliza a função de cozimento do pão). Quando a massa do pão estiver pronta ou seja, quando a máquina de fazer pão avisar que o programa acabou, coloque um pouco de farinha em cima da bancada da cozinha, para depois lá podermos colocar a massa do pão, evitando-se desta forma que a massa pegue à bancada.
Depois divida a massa em pequenas porções e faça bolas, aproximadamente do tamanho de bolas de ténis.
Coloque estas bolinhas de massa num tabuleiro, em forno pré-aquecido a 180º e deixe cozer durante cerca de 15 a 20m.
Terá desta forma excelentes bolas de pão para fazer umas boas sandes para o lanche.
Eu já fiz e parece que o pão fica com um sabor diferente só por ter sido cozido de forma diferente da máquina do pão.
Dá um pouco mais de trabalho do que fazer tudo na máquina do pão de forma automática, mas vale a pena para variar!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Queijo sem Lactose (Queijo de Ovelha)

Muitas pessoas podem sofrer com a intolerância a certos nutrientes do leite, ocasionando "alergias".O que eu tenho falado bastante por aqui no blog. Mas, o leite de ovelha por sua composição, é o menos alérgico de todos os leites, mas é muito importante que quando se tratar de alergia à lactose seja consumido com acompanhamento de um médico ou profissional da área. Tais alergias causam uma gama de problemas geralmente não identificados, recomendando-se a abstinência total de leite e produtos lácteos. No caso do Leite de Ovelha e seus derivados, isto não é necessário, apenas o leite e derivados de vaca e/ou cabra.

Descobri que já existe no mercado Queijo sem Lactose: o Queijo tipo Pecorino Toscano (todas as maturações) e o Queijo tipo Feta. São feitos com leite de ovelha e por isso não apresentam lactose na composição. O site Casa da Ovelha disponibiliza alguns produtos.

É importante lembrar que quando todos os produtos de leite são retirados da dieta ocorre uma deficiência de cálcio, podendo trazer inúmeros problemas a saúde do consumidor. 
Procure sua nutricionista!!!

Para quem quiser saber mais, tem um vídeo nesse link aqui.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Perguntas e Respostas

Hoje recebi a seguinte pergunta, o que me deixa a ideia de publicar uma tabela de equivalências, que dá sempre jeito (nota mental: procurar uma tabela de equivalências).

olá! gostaria de saber, se possível, e para o pão de café, qual o peso em farinha equivalente aos 3 copos que constam da receita. Obrigado

Na receita, cada copo leva 220ml de líquidos, o que em sólidos corresponde a cerca de 200g de farinha. Logo, 3 copos serão 600g de farinha.

A conversão é mais ou menos assim:
100 g = 1 decilitro = 100 ml

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Perguntas e Respostas

Vou reunir aqui neste tópico perguntas feitas na shoutbox onde podem deixar comentários, perguntas, dizer o que quiserem... pelo menos fica arquivado para quem tiver dúvidas semelhantes!

28 Mai 09, 22:55
Teresa: Tenho uma dúvida, utilizo normalmente para fazer o pão, as misturas do continente e farinha tipo 65 para usos culinários. Posso utilizar farinha autolevedante ou não é aconselhável? Obrigada

ReceitasMFP: Teresa, se está a pensar na farinha branca de Neve, que trás fermento, essa não deve ser utilizada para fazer o pão, porque a forma deste fermento actuar é diferente. As únicas farinhas autolevendantes que pode utilizar para fazer pão são aquelas que trazem escrito na embalagem que são próprias para máquina do pão, porque já tem o fermento certo adicionado para fazer pão.

19 Mai 09, 20:53
Floriano mesquita: Tenho uma maquina de pão. O livro de receitas tráz referencias de farinha que eu gostava de saber as equivalencias que são:tipoe 550, 997 ,1050, 405, 812.

ReceitasMFP: Em investigação... sei que esses números são usados em receitas italianas, e que quanto maior o número, mais glúten tem, logo melhor é para o pão (tal como a nossa T65 é melhor para o pão que a T55).

19 Mai 09, 18:11
Luis: Boa tarde! dá para substituir o leite em pó por leite liquido? obrigada

ReceitasMFP: Olá, sim podes substituir o leite em pó por leite líquido, mas depois tens de meter menos água, de forma a que o total da quantidade de líquidos continue correcto.


15 Mai 09, 14:29
João: como fazer o pão na mfp ficar + esponjoso?

ReceitasMFP: Olá João! Se o teu pão fica muito consistente e muito compacto, precisas de adicionar mais um pouquinho de fermento. Isso já me aconteceu com as farinhas do LIDL, cujo fermento já não actuava bem.

15 Mai 09, 00:08
Luís: Olá a todos!
Antes de mais quero dar os parabens ao criador deste bolg... e tenho uma duvida, normalmente deixo a mfp programada para ter pão fresco de manhã. posso utilizar por exemplo a receita do pão com pepita de chocolate?

17 Mai 09, 16:13
ReceitasMFP: Olá Luís! Obrigada pelos elogios! Sim, podes deixar a máquina programada com a receita do pão de pepitas, eu já o fiz dessa forma :D

13 Mai 09, 15:27
Filipa: Gostaria de saber se alguém tem receitas de comida para a MFP :D

17 Mai 09, 16:12
ReceitasMFP: Olá Filipa! Tenho algumas receitas de comida para a MFP aqui no blog, procura em Receitas de Carne, em Receitas de Peixe e em Receitas de Acompanhamentos. Podem deixar mais receitas nos comentários!

terça-feira, 26 de maio de 2009

O pão... baixou?

Vou contar o que me aconteceu neste fim de semana.
Lá meti eu os ingredientes na máquina, ia fazer um pão com 350ml de água, 1 pitada de sal, 250g de farinha normal e 250g de farinha de pão rústico do LIDL, cujo fermento já não actuava, logo adicionei 1 saqueta de fermento seco em pó Ramazzoti. Até aqui é uma receita de pão normalíssima, sem grandes truques nem grandes ingredientes.
Meti os ingredientes na máquina e programei para usar o ciclo normal, para um pão de 750g e com cor escura (não gosto de ver o pão com cor pálida).
Fui espreitar pelo vidro enquanto fermentava e o pão estava enorme e eu toda contente a pensar que ia ter um pão gigante para comer.
Depois de o pão cozer, abri a máquina e... o pão tinha baixado! Já não estava do tamanho que tinha visto anteriormente :(
Pois... mais tarde descobri que isto acontece quando se usa fermento a mais.
Por isso, já sabem, se isto vos acontecer, para a próxima deve-se usar menos fermento, ok?

terça-feira, 19 de maio de 2009

Arroz Branco ou Parboilizado?



Principais diferencas nutricionais entre Arroz Branco e Parboilizado

O arroz parboilizado é um arroz mais rico em vitaminas e sais minerais, pois passa por um processo de pré-cozimento, o que mantém as propriedades nutritivas do arroz. É ideal para ser preparado junto com outros alimentos, como carreteiro e galinhada.

Parboilizacao é o processo de pré-cozimento do grão, chamado de Tratamento Hidrotérmico. No arroz, em estado natural, as vitaminas e sais minerais estao localizados na película e no germe do grão. Com o pré-cozimento do processo de parboilização, estes elementos concentram-se no interior do grão. Os nutrientes ficam assim preservados, até as etapas finais de industrialização.

A origem do termo é derivada da expressão em ingles que significa cozimento parcial pelo qual o arroz é submetido antes do descascamento e polimento. O processo de parboilizacao baseia-se no Tratamento Hidrotérmico (pré-cozimento) a que é submetido o arroz em casca. E o interessante é que o processo de parboilização não utiliza agentes químicos, realizando-se somente através da ação da água e do calor.

O arroz parboilizado possui diversas vantagens: fica sempre soltinho quando cozido, rende mais na panela, requer menos óleo no cozimento, mantem suas propriedades nutritivas podendo ser reaquecido diversas vezes e conserva-se por mais tempo.

O arroz parboilizado não precisa ser lavado, nem levar óleo para o cozimento devido ao processo de parboilizacao. Se caso o arroz empapar, é só verificar a quantidade de água utilizada e o tempo de cozimento. Uma dica: utilize a panela semi-tampada para nao conservar o vapor e deixar o grão soltinho. Às vezes o arroz de uma safra nova pode requerer maior quantidade de água.

No arroz branco a casca, a película e o germe são eliminados no descascamento e polimento, sobrando apenas o endosperma (amido). Possui coloração esbranquiçada. Na culinária é utilizado como guarnição dos alimentos, não se misturando. É mais tradicional, sendo o mais utilizado pelos chefs de cozinha mundo afora. Precisa ser lavado antes do cozimento e usar óleo. Já o processo do arroz parboilizado mantem as propriedades nutritivas do grão (amido, vitaminas e sais minerais).

[Fonte: Camaquã Alimentos]


*A minha nutri falou que o melhor mesmo é o integral, mas que o parboilizado pode ser consumido quando não puder ser o integral e que é mil vezes melhor que o branco. (Além de mais barato que o integral também né... hehehehe) Faz tempo que fico intercalando entre o integral e o parbo, e já acho ele uma delícia! Na postagem anterior está a receita de arroz carreteiro que fiz com sobra de carne assada. Dilícia!!



quinta-feira, 7 de maio de 2009

Melhorador de pão

Existem melhoradores para tornar o pão mais fofo e com melhor aspecto, sabiam?

Existe uma dica muito natural para conseguir isto: juntar 1 colher de sopa de sumo de limão para pães de 600 g.
O sumo de limão tem ácido ascórbico (vitamina C) e com o seu uso, pretende-se tornar as fibras do glúten mais resistentes e elásticas, buscando com isso, uma maior resistência ao crescimento, aliada a uma maior capacidade de reter umidade e CO2, bem como uma função complementar de aumentar, por abrandamento, a elasticidade das fibras do glúten. Independente da qualidade da farinha, o uso do reforçador é indicado para manter a qualidade do pão após o cozimento.

Um bom melhorador de farinha é composto por três elementos principais, listados a seguir:
Reforçador de Glúten: Tem como função fortalecer as ligações da rede de glúten, aumentando assim o tempo de crescimento final da massa. O reforçador mais utilizado na panificação é o ácido ascórbico, popularmente conhecido como vitamina C.

Enzimas: As enzimas estão presentes no trigo e desempenham um papel fundamental na formação da rede de glúten, uma vez que fornecem uma maior quantidade de açúcar para a massa, já que a farinha possui de 1 a 2% de seu peso em açúcar, pois elas quebram o amido presente na farinha e o transformam em açúcares. As enzimas mais comuns utilizadas para reforçar a ação enzi-mática natural da farinha são a alfa-amilase e a beta-amilase.

Emulsificante: O emulsificante é um aditivo adicionado à formulação de um alimento que irá permitir que se forme uma emulsão, ou seja, que sejam misturados ingredientes solúveis em água com outros que por sua natureza só se misturam com óleos ou gorduras, já que em sua constituição o emulsificante é parte solúvel em água e parte solúvel em gordura. Ao proporcionar uma perfeita emulsão, o emulsificante melhora a distribuição das substâncias gordurosas da massa.

Fonte: Cecília Fernandes

Mais dicas para fazer pão

Já aconteceu a alguém seguir uma receita que se encontrou na net e o pão não ter saído bem? Se isto já vos aconteceu, depois pensamos "bem, a receita parecia boa, mas é pena que tenha dado para o torto e por isso não torno a repetir". Nem pensar!
Não nos vamos dar por vencidos.
Se a receita não saiu bem como nós queríamos, à segunda vez que se repetir a receita pode-se fazer um afinamento para se descobrir o que saiu mal.
Vejam as seguintes dicas para seperceber se a massa precisa ou não de mais farinha ou de mais água.

Pode-se fazer o seguinte:

- Tocar com o dedo na massa: se a massa se pegar ao dedo é porque precisa de
farinha, logo deve-se juntar meia colher de farinha, deixar amassar até a farinha estar completamente absorvida na massa e voltar a repetir o teste de tocar com o dedo.

- Se a massa não estiver uniforme, é porque tem água a menos, então deve-se acrescentar mais um pouco de água, deixar amassar até a água estar completamente incorporada na massa e voltar a repetir o teste de tocar com o dedo.

- Se a massa estiver uniforme e não se pegar ao dedo quando se tocar nela, quer dizer que está no ponto certo!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

FAQ: Perguntas Frequentes

Fez-se o pão ou o bolo, ou o que quer que seja que se pretendia cozinhar na máquina de fazer pão (MFP) mas alguma coisa deu para o torto, houve um problema qualquer e a receita não saiu como se esperava.
Vou aqui enumerar algumas perguntas frequentes do que pode acontecer, e respectiva solução nesta nova secção de FAQ (Frequently Asked Questions).

1. O meu pão não cresce na MFP. Porquê?
Logo à partida vê-se que houve um problema qualquer com o fermento, porque é o fermento o responsável pelo crescimento do pão.

Solução A:
Pode ter-se dado o caso de se ter utilizado uma farinha pré-preparada, ou seja, já contém a adição do fermento, mas devido a humidade ou mesmo devido a ser uma farinha que demorou mais a vender, fez com que o fermento que já trás incluído perdesse a sua acção. Logo quando se vai utilizar esta farinha pré-preparada, o fermento não vai actuar e o pão vai ficar pequenino. Isto já me aconteceu com farinhas do LIDL.
Se deu conta que a farinha pré-preparada perdeu o fermento, ao utilizar farinha daquele pacote e tiver como resultado um pão que não cresceu, pode juntar ao próximo pão que fizer com aquele pacote de farinha, uma colher de sopa de fermento seco (Fermipan, Vahiné,...) ou então uma falangeta de fermento de padeiro.

Solução B:
Se utilizou fermento de padeiro, tem de ter em conta que ao comprar fermento de padeiro deve logo utilizá-lo ou manter no frio durante umas horas até ao momento de utilização. Se comprou fermento a mais, deve separar o fermento restante em doses individuais e congelar. Para utilizar fermento que congelou, deve retirá-lo do congelador e desfazer em água morna, que é a água com a qual fará o pão e fazer o pão logo de imediato - não usar o temporizador senão o fermento perderá a sua acção.
Tenha em atenção que se utilizar fermento de padeiro fresco, sem ter passado ainda pelo congelador, e utilizar o temporizador, deve colocar o fermento por cima da farinha evitando assim o contacto com a água e com o sal. O contacto com a água e com o sal fará com que o fermento entre em acção.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Soja em diferentes versões

Muito usada por japoneses, soja pode ser encontrada em diferentes versões

da Folha de S.Paulo - Folha Online


Os grãos de soja têm propriedades nutricionais e terapêuticas benéficas para a manutenção da saúde e prevenção de doenças. Ingrediente básico da culinária japonesa, a soja pode ser encontrada em diversos produtos.

Farinha de soja (kinako)
Obtida a partir do grão torrado e triturado. Pode ser usada para substituir até 1/3 da farinha de trigo comum em produtos tradicionais de panificação da culinária brasileira, como bolos e tortas doces e salgadas, sem alterar o sabor, a cor e a textura.

Fibra de soja (farelo)
Obtida a partir das cascas da soja retiradas durante o processamento industrial do grão. Pode ser adicionada a produtos tipo granola, e a sucos e vitaminas em pequenas quantidades.

Gérmen de soja
É o embrião, a parte da semente que vai se transformar na planta e que concentra o maior teor de isoflavonas, cerca de 80%.

Leite de soja ou extrato hidrossolúvel
É obtido após o cozimento dos grãos em água, trituração e separação das fases líquidas (extrato) e parte sólida "Okara". O leite de soja é isento de lactose e é usado há mais de 20 anos por crianças e adultos que são alérgicos ao leite de vaca, ou seja, portadores da chamada intolerância à lactose. Possui baixo teor de gordura, cerca de 2%.

Molho de soja (shoyu)
Produzido a partir da soja fermentada. Possui aminoácidos livres, minerais, vitaminas do complexo B e ácido glutâmico. A presença de isoflavonas é insignificante.

Natto (pronuncia-se natô)
Pasta de soja fermentada, de consistência pegajosa e pobre em calorias. Costuma ser servida com arroz, cebolinha e molho de soja. Possui elevado conteúdo de isoflavonas bioativas.

Pasta de soja (missô)
Alimento fermentado feito a partir de grãos de soja combinados com outros grãos, como arroz e cevada, além de sal marinho. Muito rico em proteínas, vitamina B-12, aminoácidos essenciais e minerais como cálcio e ferro. Apresenta baixo teor de gorduras e de calorias. É usado para temperar sopas, cereais, legumes, vegetais, carnes, peixes e frutos do mar. Como o Natto, também possui elevado conteúdo de isoflavonas bioativas.

Proteína vegetal texturizada (PVT, PTS ou "carne" de soja)
É obtida a partir da farinha de soja desengordurada e apresenta elevado teor de proteínas, aproximadamente 50%. É um produto de excelente qualidade nutricional, versátil e pode substituir total ou parcialmente as carnes bovina, suína ou de aves, em diferentes pratos onde estas são utilizadas como hambúrgueres, quibes, croquetes, salgadinhos, tortas salgadas, estrogonofe, molho de macarrão tipo à bolonhesa, dentre outros.

Tofu ou queijo de soja
É feito a partir do leite ou extrato de soja, por meio da coagulação das proteínas presentes no extrato da soja. É rico em proteínas, possui ferro, fósforo e vitaminas do complexo B. Tem baixo teor de carboidratos, calorias e gorduras saturadas. É um excelente substituto para carne e laticínios, e pode ser usado em sopas, cozido com grãos ou vegetais, com macarrão, em saladas, conservas e pode servir de base para molhos e patês.

Soja em grãos in natura
Pode ser consumido tal qual feijão cozido e temperado, e na forma de saladas incrementadas com tomate picadinho, pimentão, cebola, uvas passas, cenoura ralada, salsa, cebolinha e atum, por exemplo. Antes de colocar os grão de molho durante uma noite é imprescindível fazer o choque térmico, ou seja cozinhar os grãos, previamente escolhidos e sem lavar, em água fervente por 5 minutos e enxaguar em água fria corrente. Só então deixar os grãos de molho para facilitar o cozimento.

Dica importante: se os grãos forem cozidos em panela de pressão, adicionar à água de cozimento cerca de três colheres de óleo de soja para que lubrifique a válvula da tampa da panela, impedindo, assim, que as cascas obstruam os orifícios da válvula, evitando acidentes (explosão da panela de pressão). O cozimento em panela aberta não requer essa adição de óleo à água, mas o tempo de cozimento será mais longo.

[fonte: Folha Online]

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Alfarroba

Os grãos desta leguminosa são transformados em um alimento parecido com o chocolate. A textura é a mesma e o gosto bem similar. Se tornou um substituto justamente por não possui qualquer agente alergênico ou estimulante tais como a cafeína e teobromina presentes no cacau.


Do fruto da alfarrobeira tudo pode ser aproveitado, embora a sua excelência esteja ainda ligada à semente, donde é extraída a goma, constituída por hidratos de carbono complexos (galactomananos), que têm uma elevada qualidade como espessante, estabilizante, emulsioante e múltiplas utilizações na indústria alimentar, farmacêutica, têxtil e cosmética.
Mas a semente representa apenas 10% da vagem e o que resta – a polpa - tem sido essencialmente utilizado na alimentação animal quando, devido ao seu sabor e características químicas e dietéticas, bem pode ser mais aplicado em apetecíveis e saborosas preparações culinárias.


A farinha de alfarroba é a fracção obtida pela trituração e posterior torrefacção da polpa da vagem. Contém, em média, 48-56% de açúcar (essencialmente sacarose, glucose, frutose e manose), 18% de fibra (celulose e hemicelulose), 0,2-0,6% de gordura, 4,5% de proteína e elevado teor de cálcio (352 mg/100 g) e de fósforo. Por outro lado, as características particulares dos seus taninos (compostos polifenólicos) levam a que a farinha de alfarroba seja muitas vezes utilizada como antidiarreico, principalmente em crianças. Embora ofereça muitos benefícios para o organismo, a farinha de alfarroba deve ser consumida com moderação, devido ao seu alto conteúdo de taninos. Apesar de serem benéficos ao coração e às artérias, são substâncias que em excesso podem dificultar e até inibir a absorção de proteínas e alguns minerais essenciais ao nosso organismo

Alfarroba em pó, possui algumas diferenças em relação ao cacau no conteúdo de açúcar e de gordura: o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba possui 0,7% de gordura e 38% a 45% açúcares naturais (sucrose, glucose e frutose). Outra vantagem em relação ao cacau é que o alfarroba não contém cafeína e teobromina, dois fortes estimulantes do sistema nervoso e do ritmo cardíaco, que são inclusive transmitidos aos bebês através do leite materno. E em certas pessoas, a teobromina desencadeia reações alérgicas visíveis. O cacau contém também feniletilamina, um composto que pode provocar enxaquecas e reações alérgicas.
A alfarroba possui um baixo teor calórico devido à quantidade quase imperceptível de lipídios e alta quantidade de fibras. A alfarroba ainda possui vitamina B1 e alto teor de vitamina B2. Por não conter glúten, a alfarroba pode ser consumida por celíacos, pessoas que tem restrições ao glúten. Também reduz efetivamente a assimilação da ingestão diária do excesso de colesterol, seu poder hipocolesterol é o dobro de outras fibras.

*Ainda não é muito fácil de encontrar, pelo menos aqui. Se encontrar, aviso os navegantes!


[Fonte: Wikipedia, Vila Mulher, Bemalimentado.com]

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Especial Páscoa - Parte I

(Foto: Cnsb)


Data sofrida... eu sei.
O bom é que, mesmo nas cidades onde os mercados não vendam produtos sem lactose e sem glúten, pode-se comprar pela internet. Já passei um site aqui numa postagem anterior.
Enfim, o importante é que sempre nos adaptamos e superamos as dificuldades.


Para uma Páscoa Saudável...
Desde a infância, a comemoração da Páscoa vem associada ao consumo de chocolate. Quase sempre, pelo que significa a data, na forma de ovos, mas o que muitos esquecem é que o consumo excessivo pode ser prejudicial à saúde. Nesse sentido, vale citar Hipócrates, o patrono da Medicina, que há séculos atrás aconselhava: "Faz da comida o teu remédio". Ou, "Somos aquilo que nós digerimos", segundo o Ayurveda. Os exageros de consumo do chocolate, especialmente o branco pela maior concentração de lactose e gorduras saturadas presentes no leite podem causar enxaquecas, irritações na pele, no estômago e na mucosa intestinal.
Por ser extremamente calórico, recomenda-se aos obesos o consumo moderado e aos diabéticos a observação que devem consumir apenas os produtos especialmente para eles preparados. Para as pessoas obesas, o consumo deve ser moderado por conta de seu alto valor calórico e gorduras. Pessoas acometidas de intolerância a lactose ou a algum componente da fórmula devem evitar a ingestão dos chocolates ao leite. Assim é indicado que, para os intolerantes à lactose e os pacientes diabéticos, o consumo seja de chocolates e ovos de páscoa especiais.

Escolha bem
Uma excelente e saudável alternativa pode ser encontrada no chocolate de soja, 100% vegetal, feito com extrato de soja, sem lactose ou glúten. É especialmente indicado para vegans, pessoas com alergia ou intolerância à lactose e celíacos. A soja é rica em proteínas de boa qualidade, possui ácidos graxos poliinsaturados e compostos fitoquímicos como isoflavonas, saponinas, fitatos, dentre outros. Também é uma excelente fonte de minerais, como cobre, ferro, fósforo, potássio, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B. Outra opção é a alfarroba, vagem utilizada no lugar do cacau. Tem apenas 0,7% de gordura, é rica em fibras e não contém cafeína, glúten ou lactose.
Tem de todo o tipo e para diferentes gostos.

[Fonte: EYoga]

segunda-feira, 30 de março de 2009

No fim de semana...


... apareceu um risoto bem gostoso, com frango assado e saladinha de rúcula. Simples, básico, saboroso, sem glúten e sem lactose. Fica aí dica!